Há uma frase popular que diz que “o mundo é dos loucos, pois só os loucos sabem viver a vida”. E eu confesso que essa ideia faz muito sentido para mim. Vez ou outra me pergunto: qual será a minha próxima loucura? Ou ainda: qual foi a última vez que fiz uma boa loucura? Sim, a pergunta também é para você.
Vivemos dias em que tudo precisa fazer sentido, caber na lógica, ter garantias. Mas Deus, muitas vezes, nos chama para caminhos que não passam primeiro pela razão. E aí? O que fazer?
Você se lembra da história de Moisés, o libertador do povo de Deus? Se ele fez o que fez, antes dele precisamos dar crédito à sua mãe, a escrava Joquebede. Coincidência ou não, seu nome significa “Yahweh é glória”.
Diante de um decreto de morte, enquanto outras mães entregavam seus filhos, ela decidiu esconder o seu. Só isso já era uma loucura. Ela colocou sua própria vida e do resta da família em risco. Mas aquela decisão não era desespero: era fé.
Três meses depois, quando já não podia mais esconder o pequeno Moises, veio a segunda “loucura”. Ela fez um cesto, colocou o bebê dentro e o deixou no rio Nilo. Mas o que parecia um ato impulsivo foi, na verdade, uma aula de estratégia. Levou o menino ao lugar certo, na hora certa. O que parecia abandono era uma entrega genial. E essa foi a melhor loucura que ela poderia ter feito: Levar o menino até a princesa do Egito para ser cuidado justamente por aquelas que queriam matá-lo.
Confesso que ao reler essa história fiquei tomado de euforia. Agora, deixa-me te fazer novamente uma pergunta: qual será a sua próxima loucura?
A mãe de Moisés nos ensina que fé não é ausência de planejamento. É agir com coragem, mesmo sem controle total. Como diz a Palavra: “O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos” (Pv 16:9).
Deus nos chama, e muitas vezes isso parece ilógico. Mas é exatamente nesse lugar que Ele revela a Sua glória em nossa vida.
Pensei nisso!
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